sexta-feira, 31 de março de 2017

NEM TODO ENUNCIADO É VERDADEIRO E CORRESPONDE AO FATO.

Joilson Gouveia*

Nesses tempos de inverdades, quase-verdades e até de pós-verdades - mais um neologismo sinistro dos sestros coletivistas escarlates salvadores do mundo e amantes da humanidade e perpétuos defensores das minorias ou vítimas e excluídos sociais, que jamais mentem tampouco admitem nem reconhecem os fatos, a excelência da realidade, e, portanto, da conjuntura mendazes usuários das conjecturas segundo suas verves intocáveis de indefectíveis paladinos da ética na política, onde a culpa é sempre dos outros, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/01/os-intocaveis-infaliveis-e.html
Urge trazer à baila, a lume e à luz o inolvidável lapidar escólio de Mario Ferreira dos Santos in Filosofia e Cosmovisão. Senão vejamos, a saber:
·         “Dessa forma, a filosofia é a transcendência de todo o saber fragmentário das disciplinas particulares. Cada uma dessas disciplinas interessa-se por um campo, uma região, que é o seu objeto.
·         E onde todas as regiões do saber vêm lançar seus raios é na filosofia, o saber mater de todos os saberes, a sublime e nunca suficientemente louvada Filosofia, cujo brilho os adversário nunc conseguiram empanar.
·         Por entre a multiplicidade dos fatos, tem o homem duas funções intelectivas para entendê-los. Uma analítica, a intuição, a outra, sintética, a razão.
·         Assim, todas as coisas, todos os fatos que sucedem, quer do mundo exterior, quer do mundo interior, revelam o que são em sua singularidade, mas também o que são em sua generalidade.
·         Para conhecer esse universo de fatos variados e heterogêneos, e para reconhecer o que nele não há de homogêneo e invariante, a razão e a intuição trabalham juntas como funções organizadoras.
·         Um dos problemas mais importantes da filosofia coloca-se aqui: é o do conhecimento. Quais são os limites do nosso conhecimento, como se efetua, qual a sua natureza, etc., todos esses aspectos, os quais já estudamos, são os grandes problemas que permanecem constantes. Não interessam apenas à filosofia, pois são propostos e colocados em toda ciência particular. Dessa forma, a filosofia é constantemente chamada para examiná-los, por entre os debates dos céticos, dogmáticos, racionalistas e idealistas, o problema da verdade está sempre presente. Até onde é verdadeiro o nosso conhecimento?
·         Esta pergunta impõe-se exigente de respostas. Que é verdade?
·         Ora, todos sentem que a verdade é uma identificação entre a representação que temos de um fato e esse fato. Se o que enunciamos de um fato corresponde ao fato, diremos que esse enunciado é verdadeiro.
·         O verdadeiro é o que se coaduna com esse conceito de perfeição que formamos como uma meta a ser atingida, cuja exatidão nunca sentimos alcançar, porque é da natureza humana do conhecimento a insatisfação, que anima o homem a procurar sempre.
·         Não admitimos graus na verdade, porque a perfeição dela não os admite. O conceito dessa perfeição é sempre a negação das gradações. Assim, a verdade é o supremo ideal que a razão busca, e de todas as verdades parciais, todas as verdades que não têm esse atributo de perfeição, são apenas empregos falhos desse conceito supremo de valor que damos ao inatingível. Toda ideia de Deus inclui a ideia de verdade. Nenhum crente atribuiria ao seu Deus uma negação da verdade, por que Deus tem como atributo a perfeição infinita.
·         Se a certeza muitas vezes nos satisfaz e nos parece ser a verdade, é que, no conceito de certeza, damos algumas das mais profundas significações da verdade. A certeza é apenas uma aparência da verdade, é como este se nos mostra, mas transeunte, passageira.” – Sic. P126/127.
Diz-nos mais, a saber: “O problema da verdade é um problema importante, porque da solução dele temos a solução da luta entre o ceticismo e o dogmatismo.” Daí nosso ceticismo quanto aos números dados, editados e enunciados, com fulcro em estatísticas, e divulgados por arautos, blogueiros e exímios “agentes-de-transformação-social” em que foram transformados nossos jornalistas da outrora “imprensa-livre”.
Ora, no mais da vez, os governos quando admitem certos números já o fazem sempre a menor, reduzidos e muito aquém da realidade e, portanto, da verdade, os quais nunca cruzam, não batem nem coadunam ou condizem com os fatos: vejam os casos dos programas sociais das tais bolsas-famílias, por exemplo. Além de fraudes desbragadamente desmascaradas tanto quanto nos arrendamentos rurais da infinita reforma-agrária, que somente faz majorar e recrudescer os números de sem-teto e sem-terra e sem-vergonha.
Abr

*JG

LAMÚRIAS DISSIMULADAS DE UM CAMALEÃO ESCARLATE

Joilson Gouveia*

O simulacro sub-reptício, subliminar e dissimulado de todo exímio, esperto e expert escamoteado esquerdista/comuna/socialista/gramscista, alcunhado de “zé Dirceu” (nenhum comuna/socialista admite sê-lo; perceberam?) numa minuciosa crítica infensa ou mera diatribe detalhada ao sistema judicial-penal-criminal atual, inclusive foi um dos “contra” ao trabalho do sentenciado, nas antigas colônias-penais-agrícolas, fazendo cláusula-pétrea, no Art. 5°, os seguintes incisos, a saber:
  • ·         XLVII - NÃO HAVERÁ penas:
  • ·         de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do Art.84, XIX;
  • ·         de caráter perpétuo;
  • ·         de trabalhos forçados;
  • ·         de banimento;
  • ·         cruéis;
  • ·         XLVIII - a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado;
  • ·         XLIX - é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral;
  • ·         L - às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação;
  • ·         LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei;
  • ·         LII - não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião;”

Diga-se, ao ensejo, que “trabalhos forçados” são aqueles que o preso não tenha vontade de fazê-lo por livre-nuto, alvedrio e intenção espontânea ou vontade voluntária.
A população carcerária poderia muito bem ser a força-motriz e laboral, nas manutenções, construções e pavimentações de vias e estradas e trilhos, nesse imenso país, como fora até antes da Carta-Cidadã, bem como na conservação, limpeza e pintura de logradouros públicos e próprios do Estado e dos Municípios, que seriam deduzidos de suas respectivas penas, sem nenhum prejuízo das progressões devidas e merecidas, como outrora.
Aliás, o dito cujo as conheceu de perto (e por dentro) a ambas: esteve preso na indigitada ditadura-militar e, também, nessa democracia-de-araques, mas digamos que seja uma democracia.
Ademais, há exatos 53 anos, graças aos briosos castrenses brasileiros, fomos salvos deLLes, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/preito-de-eterna-gratidao-aos-militares.html
Enfim, instando vênias devidas ao meu amado-mestre-mosqueteiro, o distinto “humanista” (verdadeiro “zérói dos escarlates”) não me sensibiliza, nem comove tampouco me engana. Acaso, se tivessem vencido, em suas guerrilhas urbanas e rurais, numa sublevada subversão, insubmissa, terrorista e explosiva, quando foram às armas pela anelada ditadura-do-proletariado, onde os presos teriam um imenso paredon, tal qual em Cuba. Ou não?
A melhor contribuição que eLLe daria não ao país, mas, sobretudo, à nossa espoliada, aviltada, vilipendiada, “desviada e doada” nação seria abrir-o-bico, para que possamos ENDIREITAR NOSSA NAÇÃO, o quanto antes e o mais breve possível; sair do fundo-do-poço dá muito mais trabalho; ou não?
Abr

*JG


OS PRECIOSOS PRECISOS-PARDAIS EM NADA PRECISOS

Joilson Gouveia*

A despeito dos inusitados enunciados dados coletados, editados e divulgados sobre a “justificada” eficiência dos “precisos-pardais”, para gáudio de uns pândegas incautos, ignotos e ignaros sobre o mister trânsito e tráfego seguros, especialmente aos defensores de uma “segurança pública de vinhetinhas e de vídeo-monitoramentos”, mormente das empresas que lidam e lucram com suas instalações (com ou sem licitações) fazendo recrudescer uma monumental indústria arrecadadora (e em nada educadora, como previra o desiderato teleológico no CTB vigente).
Os açodados dados estatísticos* trazidos à baila e antevistos, previstos e prescientes como alvíssaras da eficiência e eficácia “redutora de acidentes e preservadora da vida-humana”, além de se nos parecerem pífios, tíbios e rasos senão vário e/ou equívoco, porquanto traduzir números apenas das vias nas quais estão instalados referidos “precisos-pardais”, cujas respectivas vias não representam toda nossa capital; bem como não registram todos os tipos de acidentes, veículos e pessoas envolvidos, os dias, horas e locais desses referidos acidentes, suas possíveis e eventuais causas, tampouco o excessivo e exato número de multas registradas, desde seu retorno de funcionamento; ou não? O que faz-me lembrar do seguinte, a saber: Alguns usam a estatística como os bêbados usam postes: mais para apoio do que para iluminação.” ― Andrew Lang In http://kdfrases.com. Ei-los!
·         *“Vejamos:
·          De 20 de janeiro a 19 de fevereiro deste ano, nas cinco vias em que os pardais estão instalados, houve 39 acidentes com 12 vítimas.
·         – De 20 de fevereiro a 20 de março, este número caiu para 15 acidentes com 3 vítimas.
·         A comparação ainda é mais favorável aos pardais, quando tomamos como referência o período – sem os radares – de 20 de fevereiro a 20 de março de 2016: foram 47 acidentes no total.” (Sic.)
Notem bem: a) em 30 dias (de 20 de janeiro a 19 de fevereiro) nessas cinco vias houve 30 acidentes e 12 vítimas (fatais? Não se sabe!), e nas outras vias (des) sinalizadas ou sem os precisos-pardais, quantos foram os acidentes e quantas vítimas? b) de 20 de fevereiro a 20 de março, o número caiu para 15 acidentes e 3 vítimas (?) c) Pasmem! “De 20 de fevereiro a 20 de março de 2016: foram 47 acidentes no total” – ora, e as vítimas? E nos demais meses, com os referidos “preciso-pardais” desligados? Aumentou ou diminuiu?
Nossa querida e congestionada, malconservada, esburacada e pouco ou em nada sinalizada e fiscalizada ou policiada capital, que não pode nem deve ser examinada, mensurada e avaliada apenas e somente só ou tão somente pelo que é coletado e retratado dessas vias, mormente desprezando os dados registrados das demais vias. Ou não?
Sem querer polemicar e já polemicando ou sendo um velho ranzinza cético, não estariam usando tais dados mais para apoio do que para iluminação?
Simples: sem os dados das demais vias desprovidas dos “precisos-pardais”, que chegam a quase 100% de nossa capital, haja vista que apenas cinco vias “fiscalizadas pelo preciosos e “precisos-pardais” não representam toda Maceió, e a eficiência mensurada em trinta dias não reflete os 365 dias ou doze meses. Outra: por que o mês carnavalesco como aferidor? Quantos meses ficaram desligados e inativos e quais foram os números registrados?
Mais ainda: quantas multas foram geradas, aplicadas e arrecadadas nos respectivos períodos, nessas ditas vias fiscalizadas pelos preciosos e “precisos-pardais”? – o que são 50 ou 100 acidentes, numa cidade com mais de um milhão de habitantes e quase o mesmo número de veículos, estatisticamente falando; já que valoram tanto os “números”?
Enfim, se é à preciosa vida que dizem, buscam e visam a preservar, como apregoado, aduzido, alegado e propagado, que sejam instaladas em todas as demais vias-de-trânsito rápido ou nas principais vias de nossa capital; ou não?
Abr
*JG

P.S.: Até prova em contrário, dirigir é uma arte, como temos dito repetido e reiterado! ;) (y) 

quinta-feira, 30 de março de 2017

PREITO DE ETERNA GRATIDÃO AOS MILITARES DE 1964

Joilson Gouveia*

Há exatos 53 anos, graças aos nossos briosos castrense federais e suas forças e reservas de briosas estaduais, atendendo ao apelo, rogo e convocação instado pelo Presidente do Congresso Nacional de então, o Brasil e os brasileiros e as brasileiras decentes, honestos, honrados e de bem deste país, foram salvos da anelada, intentada e pugnada ditadura-do-proletariado dos comunistas/socialistas subversivos, insurretos, sublevados e terroristas que foram às armas, para dominar nossa Nação; porém vencidos, derrotados e fugitivos (auto-retirantes - auto-expurgados), e tivemos 21 anos de prosperidade, crescimento, desenvolvimento e, principalmente, tranquilidade e segurança, cujos tempos foram “sombrios”, para os esquerdistas escarlates que intentaram transformar nossa pátria numa Brascuba ou numa Cubrás, como ainda intentam pelo logro dissimulado desde então, conforme tecido, tramado e urdido no “foro de São Paulo”, em 1990: eLLes não desistem nunca, igual aos cupins, não é à toa que são vermelhos! Jamais houve sentença de expurgo, exílio, desterro e banimento!
O que fomos e o que ainda somos, ainda hoje, deem-se graças aos briosos militares e, principalmente, aos nossos grandes generais-presidentes, sobretudo aos destacados cinco marechais-generais, a saber: Humberto de Alencar Castelo Branco; Arthur da Costa e Silva; Emílio Garrastazu Médici; Ernesto Beckmann Geisel e João Baptista de Oliveira Figueiredo; sem falar no intrépido, audaz, tenaz e brilhante até no nome coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ferrenho combatente dos vermelhos comunas/socialistas, dentre outros!
Houve erros sim; claro! Mas o mais grave foi a anistia ampla, geral e irrestrita, que fez retornar e ressurgir os subversivos guerrilheiros e sublevados terroristas evadidos ou (auto) exilados de então, que alçaram ao Poder, pelo logro do voto, e, também, foram presos na Democracia, após à debacle redemocratização ou reabertura política, ultimada por João Figueiredo, inclusive os “sobreviventes torturados” – ou são duros de morrer ou nunca houve nem sofreram nenhuma tortura, como se denota das sequelas inexistentes!
- Olavo de Carvalho: "Crimes da ditadura militar existiram? Com certeza. O pior foi dar anistia a todos os bandidos que hoje nos governam."
Tivemos uma ditatura-militar sui generis: alternância de poder, com eleições indiretas a cargo do congresso nacional e instituições funcionando, eleições diretas estaduais e municipais e etc., mas, ainda assim, pechado de período sombrio ou anos-de-chumbo (para os comunistas/socialistas, talvez, para os subversivos terroristas e guerrilheiros do Araguaia, certamente, mas nem tanto como em Cuba, Chile e Argentina, etc.) O indigitado GOLPE-MILITAR, na verdade, fora um contragolpe nos vermelhos!
Leiam mais aqui, a saber:
Enfim, os subversivos “anistiados” fundaram um partido, em 1979, que se dizia dos trabalhadores e que deixou as páginas sociais e políticas dos cadernos, revistas e jornais, para ocuparem aos cadernos policiais; virou uma quadrilha? Os ditos “anistiados” puseram em prática os “doutos ensinamentos” de Antonio Gramsci, chegaram lá e estão há mais de treze longos anos... todos estamos vendo seus resultados!
Já os cinco honrados militares “ditadores” morreram todos com o patrimônio muito aquém dos 10% de alguns ditos e malditos ditos ex-presidentes “honestos, honrados, éticos e democráticos” eleitos por URNAS SMARTMATIC venezuelanas, cujo contador de votos decidiu retribuir à graçola da sinecura ascensão e generosa benesse recebida anteriormente; ou não? – Stalin: “Quem vota não decide nada. Quem conta os votos decide tudo”!
Salve! Urras! Sus! Eia! Salve, 31 de março de 1964!
Abr
*JG






quarta-feira, 29 de março de 2017

A EDUCAÇÃO É DEVER-PODER DOS PAIS, MÃES, FAMÍLIA E DO LAR

Joilson Gouveia*

Na míope, caolha, estrábica e vesga “visão” de doutos oráculos de maus-agouros coletivistas/socialistas/comunistas/igualitários perpétuos defensores da igualdade igualitária, solidária e justa, perenes defensores das minorias, de vítimas da sociedade ou dos denominados “excluídos-sociais”*, que tentam a todo custo impor uma hegemonia de pensamentos, condutas e atitudes, sobretudo a nefasta, nefanda e funesta senão abstrusa, abjeta, esdrúxula e anômala ideologia-de-gênero na cabecinha de nossas criancinhas e alunos do ensino infantil-fundamental e médio (de 6 a 12/15 anos) a lei-da-escola-livre estaria fadada ao fracasso, como alega, aduz e assesta, no webjornal escarlate que alberga seu blog, a saber: http://reporteralagoas.com.br/novo/por-que-a-escola-livre-sera-derrotada-sempre/. *Dizia-nos Nelson Rodrigues: “É fácil amar a humanidade; difícil é amar o próximo”.
Ora, se fadada ao debacle, sob a égide, lente e escólio de doutos perleúdos doutores em Direito, de matizes de Esquerda, como aduz o constitucionalista “psolista”, em seu texto, por quais razões, motivos e causas têm-se preocupado, agastado e combatido tanto às ‘leis-da-escola-livre’, nos mais diversos estados da federação?
Sosseguem, pois, há oito dos onze ministros, da “mais alta corte totalmente acovardada”, que foram guindados e nomeados pela sinistra sestra escarlate por serem simpatizantes da ideologia ou hegemonia anelada, apregoada, pregada e disseminada nas universidades e escolas secundaristas da “pátria educadora”, cujos resultados nos saltam aos olhos, a toda evidência e provas; ou não?
Ademais, enquanto os pais e mães, portanto, as famílias exercerem o fundamental, sagrado e sacrossanto dever-poder de educar aos seus filhos, nenhuma lei, decreto, norma, dogma, cartilha, ideologia ou escola irá perverter, subverter e alienar aos seus filhos, mormente quando cientes, ciosos e conscientes do escólio de Pitágoras: “educai as crianças e não precisarás castigar os homens”!
Professor nenhum educa; professor ensina a pensar, a Educação provém do lar, ontem, hoje e sempre, enquanto existir família e lar, instituições que pretendem derribar!
Nenhuma lei, norma ou decreto impostos modificam, alteram ou mudam a realidade, os hábitos e os costumes conservados, cultuados e mantidos por conservadores decentes, honestos, honrados, cidadãos e cidadãs de bem deste país, tão aviltado, vilipendiado, depenado, achacado, assaltado, “doado, desviado” e espoliado por esquerdistasPATAS e seus aliados sinistros escarlates, mormente nesses últimos dez lustros, mais precisamente nas desbragadas, desastrosas e catastróficas “gestões” do “criador” e de sua “criatura”!
Bem por isso, temos dito, repetido e reiterado: urge endireitar nossa querida e pátria amada Brasil! Fora, esquerdistas!
Abr
*JG

terça-feira, 28 de março de 2017

AOS AMIGOS OS FAVORES, AOS INIMIGOS A LEI*

Joilson Gouveia*

A exímia desfaçatez dissimulada, escarnecedora, risível, tíbia e pífia tentativa de desconstruir, desconstituir, desdizer e destruir os fatos contidos da própria realidade conjuntural de nossa combalida, espoliada e aviltada nação com suas conjecturas inexplicáveis e injustificáveis, daí usarem das penas de seus “agentes-de-transformação-social” em que foram transformados os jornalistas de outrora, da “ex-imprensa-livre”, formadora de opinião, sempre a confundir os incautos, ignaros, ignotos e ignorantes (gnosiológicos) em matéria de política e conjuntura nacional, mormente aos analfabetos funcionais de nossa imensa população. Já não bastam-lhes os marqueteiros!
Eis, pois, que até “cobranças aos que receberam direitos, prerrogativas e privilégios, os membros do Parquet”, por tê-los defendidos na Constituinte, pois, no seu parco entender (dele), deveria ser im(P)une a toda e quaisquer investigação ou eventuais e possíveis cominações e sanções legais – é, pois, a mesma lógica (ou falta dela) ilógica do “asceta de prístinas virtudes”, que vive a cobrar das “altas cortes totalmente acovardadas” a devida retribuição, por tê-los nomeados ministros. Débito in aeternum! – é débito eterno!
Daí ter esbravejado: “o poder judiciário não vale nada. O que vale são as relações entre as pessoas”(Sic.) Ou seja: “aos amigos os benefícios, benesses, beneplácitos e sinecuras da lei aos inimigos seu rigores (a lei)” Nicolau Maquiavel* - olvidam que o escólio maquiavélico é improprio, inadequado e defasado, numa república democrática; é, pois, o que se pode inferir do texto do senil arauto escarlate decrépito, editado num octogenário jornal caetés de grande circulação, mormente no Blog do Bob, in http://blogdobob.blogsdagazetaweb.com/2017/03/26/renan-denuncia-uso-politico-partidario-no-ministerio-publico/, ei-lo abaixo transcrito na íntegra, a saber:
·          Brasília Depois de mostrar que, na condição de deputado-constituinte apoio a inamovibilidade, a vitaliciedade e a irredutibilidade de vencimentos para o Ministério Público, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) se disse “inquieto ao perceber o uso político” do Ministério Público, em alguns casos.
·          No discurso proferido no Senado, quando foi bastante aplaudido, Renan recordou a sua passagem pelo Ministério da Justiça, quando também atuou para fortalecer a Polícia Federal.
·          – “Vários juristas de renome vem demonstrando preocupação com o denuncismo e a desinformação, com o beneplácito de autoridades que protagonizam vazamentos seletivos de processos sob segredo de justiça – jamais investigados -, e manobras para trancar ou destrancar inquéritos conforme sua convicções”– disse Renan.
·          Citando a Revista Consultor Jurídico, edição de 27 de novembro de 2016, Renan falou do “trágico episódio” de um jovem executivo da OAS, que foi preso para delatar e nada delatou, daí foi condenado a 11 anos, mas o Tribunal Regional Federal (Paraná) o inocentou.
·          – “Até ser absolvido (o jovem executivo da OAS) amargou as piores situações: sofreu tortura psicológica, perdeu o emprego, o casamento, afastamento compulsório da filha pequena e, de quebra, embora inocente, vai carregar pelo resto da vida a marca de ex-presidiário. É o resultado inevitável dessa histeria investigativa e de inquéritos que se perpetuam no tempo, que não terminam nunca, em detrimento do princípio da duração razoável do processo.”
·          – “Nesse contesto esquizofrênico – prosseguiu o senador –, temos a desastrada Operação Carne Fraca, deflagrada na semana passada pela Polícia Federal, que causou grandes prejuízos, produzindo desemprego e desconstrução da imagem do Brasil no exterior”.
·          E mais:
·          – “E temos agora até mesmo as operações policiais fantasmas. Digo isso porque se divulgou com alarde e insistência que endereços e pessoas próximas a mim estavam sendo objeto de busca e apreensão, sem que isso tivesse ocorrido. Os alagoanos e os brasileiros estejam certos de que jamais, apesar das tentativas, conseguirão provar nada contra mim, exatamente porque nenhum crime cometi” – acrescentou o senador Renan.
·          Os ataques que o senador Renan vem enfrentando, diante da falta de das provas contra ele, tende à pirraça por defender o projeto que pune o abuso de autoridade. As denuncias contra Renan estão baseadas em delações, onde os delatores não apresentam provas, apenas citam ter ouvido dizer que “seria para o Renan”; “que o Renan sabe”; “que o Renan tem interesse”, etc., ou seja, sem as provas cabais.
·          Diante disso, a conclusão é de que os ataques ao senador está diretamente ligada à proposta de punição para abuso de autoridade, o que finalmente iguala todos os brasileiros perante a lei e extingue a categoria que superprivilegiada pode cometer crimes porque a punição é aposentadoria compusloria.” – (Sic.) Sem destaques no original.
Aliás, note-se que, no texto, traz à baila um equívoco da Lava-Jato [de um jovem “ex” executivo, da Odebrecht (como já o fizera sobre a inocente irmã de Vaccari – equívocos, falhas e erros sempre existiram (e existirão) enquanto humanos falíveis que somos; claro!] Ainda assim, não conspurca, macula e inquina à toda “operação” ou os inocenta a todos.
E, também, nesse mesmo sentido, um outro "agente" renomado, astuto, arguto, sagaz, satírico, culto, inteligente e contundente editou o seu “J’Accuse” in http://blog.tnh1.com.br/ricardomota/2017/03/26/jaccuse/, no qual relembra o artigo de Emile Zola sobre 'o caso do Capitão Alfred Dreyfus', que divide as opiniões até hoje, em França, ao qual indagamos, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/quando-eu-acuso-culpa-condena-ou-absolve.html.
Enfim, numa verdadeira república democrática, ninguém está isento, imune e invulnerável às investigações, mormente depois de institucionalizado o devido processo legal, alçado ao patamar de direito-garantia constitucional e de cláusula-pétrea na referida constituinte, relembrada pelo incomodado, agastado, preocupado, impoluto e insone senador, o qual goza de odiosa, inescrupulosa, criminosa e extremada proteção ou im(P)unidade justamente por usufruir da indigitada prerrogativa de foro! Há, pois, mais de uma dezena de inquéritos, denúncias, investigações e processos sobrestados (e mofando) no STF, por causa disso.
Ora, não basta que todos sejam iguais perante a lei, urge que esta seja igual para todos, indistintamente, sem os benefícios, privilégios e prerrogativas de foro por exercício de cargo ou de função, inclusive já dissemos, discorremos e reiteramos sobre essa ignominiosa prerrogativa de foro privilegiado, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/09/precisamos-acabar-e-com-o-foro.html e http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/11/abuso-de-autoridade-das-autoridades.html
Abr
*JG
P.S.: Ver mais aqui, a saber:
·         Brevíssimas Lições de democracia e república, segundo semanário-revista Veja:
·         O presidente não pode processar ninguém, mas pode ser processado por qualquer cidadão.
·         O presidente é um servo do povo e, portanto, deve aos cidadãos obediência litúrgica e hierárquica.
·         O mandato presidencial é uma missão constitucional a que um dos cidadãos do país se submete muitas vezes a contragosto e em prejuízo de suas atividades privadas.
·         Quando deixa o comando do governo e volta a ser um cidadão comum, o presidente é promovido a povo.
·         Numa Democracia, portanto, “o presidente não pode processar ninguém, mas pode ser processado por qualquer cidadão. Ele é um servo do povo e, portanto, deve aos cidadãos (de bem e, sobretudo, aos contribuintes) obediência litúrgica e hierárquica.

·         O mandato é missão constitucional (portanto, seu dever legal, moral, social) a que um dos cidadãos do país se submete”, de modo igual, semelhante e idêntico aplica-se ao Governador de quaisquer Estados-membros – por simetria constitucional, como diria um mestre e amigo meu.” (Sic.)