sexta-feira, 20 de outubro de 2017

SERIA O SOCIALISTA SINCERO A IMENSA MAIORIA DA HUMANIDADE

Joilson Gouveia*

Denota-se, dos excertos abaixo transcritos, que alguns defensores do “Estado-Babá”- http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/02/um-estado-baba-dos-coitadinhos.html - daquela augurada arcaica, carcomida e esfarrapada CAUSA de sempre: “uma futura sociedade solidária, igualitária, justa e fraterna” (http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/a-desbragada-oprobriosa-e-criminosa-in.html); mormente sonhada, pugnada, intentada, apregoada, disseminada e defendida pelos fingidos, dissimulados, escamoteados, “autênticos e sincerosamantes da humanidade socialistas/comunistas/gramscistas/Fabianistas/stalinistas/leninistas/trotskistas que se dizem cultos, inteligentes, sábios sempre pensantes e falantes críticos que se perderam no tempo e espaço, olvidaram ou cinicamente desdenham das verdades desastrosas de suas dogmáticas doutrinas, filosofias, ideologias, ideais, ideias e pensamentos vesânicos de centenas de milhares “agentes-de-transformação-social” renitentes, recalcitrantes e defensores de empresas-estatais e de um estado forte ou governo totalitário, que apenas aceitam e repetem aquilo que meia dúzia de imbecis lhe dão para dizer. E o pior: dizem, propagam, discutem e defendem como verdade indefectível, indiscutível, insofismável, irreprochável e absoluta – ver “socialista sincero” in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/08/ao-socialista-sincero-escudeiro-do-alma.html.
Ademais, o mais estupefaciente, ininteligível, incompreensível e incognoscível é ver, ouvir, ler e saber que uma imensa maioria desses ditos “agentes” labutam ou laboram em fabulosas empresas privadas ou particulares e da chamada “iniciativa privada” ou do capital privado, mas optam, defendem e preferem aos ESTADO TOTALITÁRIO E GOVERNO FORTE E PODEROSO ...
Senão vejamos.
·         Defendida, no século 17, por John Locke como um dos direitos inalienáveis do homem, a liberdade permanece sob ameaça, e sua manutenção depende de vigilância. Locke, filósofo inglês e um dos pais do liberalismo, dizia que todos temos direito à vida, à liberdade e à propriedade, e que para garantir estes direitos os homens criam governos. Se estes governos, porém, desrespeitam a vida, a liberdade ou a propriedade, o povo tem o direito de se revoltar.
·         Governos são criados para servir às populações e todos eles, de uma forma ou de outra, o fazem. No Brasil e em muitas outras nações, porém, esses governos muito mais se servem das populações do que servem a elas. São estruturas gigantes, lentas, incapazes e corruptas, voltadas muito mais a si mesmas que à população a quem alegam priorizar. Naturalmente há honrosas exceções, e temos setores e pessoas da estrutura pública que representam exemplos de dedicação e compromisso na melhor aplicação dos recursos do contribuinte. Esta, porém, é a exceção e não a regra.
·         GOVERNOS SÃO NECESSÁRIOS, MAS É PRECISO ENTENDER QUE GOVERNO É CUSTO E NÃO RECEITA
·         Como nos disse Margaret Thatcher,não existe dinheiro público, existe dinheiro do contribuinte”. Cada centavo do “dinheiro público” saiu dos bolsos, da mesa, da casa, da família do trabalhador ou do empresário, ou seja, daqueles que produzem as riquezas.
·         Governos são necessários, mas é preciso entender que governo é custo e não receita. “Nada é mais caro que aquilo que o governo oferece gratuitamente” – este pensamento de autor desconhecido resume o fato histórico de que, salvo exceções, governos são maus gestores de recursos e quase tudo o que fazem custa não um pouco, mas muito, muito mais caro do que se fosse feito pela iniciativa privada. Outro pensamento, este de Dennis Prager, resume de modo muito claro meu ponto de vista: “quanto maior o governo, menor o cidadão”.
·         O presidente Ronald Reagan, fervoroso defensor de nossas liberdades, afirmava em discurso que nós, o povo, é que devemos dizer o que o governo pode fazer e não o contrário; em especial com o dinheiro que nós, o povo, demos a ele. Thatcher, Reagan e outros defensores da liberdade lutaram e lutam por governos menores e mais eficientes; por menos impostos e menos regulamentações. Governos grandes, caros e controladores representam a negação da liberdade e a opressão do homem pelo Estado. Sem liberdade jamais haverá felicidade.
·         É nosso direito natural sermos livres para, com esforço e coragem e sob o justo princípio da meritocracia, semear e colher na medida de nosso merecimento, sem taxações abusivas e cerceamento de escolhas tipicamente impostos por governos gigantes. Nossa liberdade, um direito inalienável, depende de vigilância! Menos governo! Mais cidadão! – (Sic.) Alan Schlup Sant’Anna é escritor e palestrante IN http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/menos-governomais-cidadao-7dde2clhmoxmeo481le4fc7y3
Já dissemos, repetimos, reiteramos, editamos e replicamos que somos mais de 200 milhões de brasileiros e de brasileiras reféns, submetidos, subsumidos, subjugados e dominados por uma ínfima, insidiosa, oprobriosa, inescrupulosa e criminosas minoria escarlate organizadíssima a dominar à maioria desorganizada (http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/10/uma-nacao-de-mais-de-210-milhoes-de.html) – inclusive já havíamos alertado, a saber: onde há crime organizado senão em países de Estado, Governo e Sociedade desorganizados: https://jus.com.br/artigos/1578/estado-desorganizado-versus-ordem-e-seguranca-publicas, datado de 1996.
Ademais disso, temos uma ignominiosa, oprobriosa, insidiosa, inescrupulosa, criminosa, brutal, monumental, descomunal, gigantesca, escorchante, maléfica e estratosférica carga tributária de muito mais de dois quintos dos infernos: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/09/para-alem-da-democracia-ha-mais.html; que é imposta e cobrada, expurgada, expropriada e extorquida de menos 15% da população brasileira ou dos mais de 29,3 milhões de pagadores-de-impostos, cinicamente chamados de contribuintes, para sustentar a uma minoria organizada em “partidos” usufrutuários de privilégios, prerrogativas, graçolas, benesses e mordomias nababescas simplesmente por exercerem alguns cargos de foro privilegiado com ou sem imunidade parlamentar (https://jus.com.br/artigos/2235/imunidade-ou-impunidade) ou detentores da odiosa prerrogativa de foro por exercício de cargo (http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/09/precisamos-acabar-e-com-o-foro.html) e que sempre imputam aos pobres mortais do povo toda culpa por não saber escolher em quem votar e todos os erros de suas más gestões e rombos no Erário, sobretudo na Previdência, a saber: https://jus.com.br/artigos/1935/ataque-ao-monstro-o-servidor-publico-de-novo-e-o-vilao-da-historia.
Enfim, pagamos impostos, tributos, taxas e contribuições em demasia, para manter um Estado Totalitário, Gigantesco, Forte e Poderoso, mas totalmente desorganizado e sem o devido, adequado, proporcional e justo retorno em benefício da imensa maioria, onde uma ínfima minoria vive nababescamente enquanto ao povo – poderoso povo de araques – soçobram as migalhas de óbolos desde sempre como anelado por Vladimir Lênin:
Usaremos o idiota útil na linha de frente. Iniciaremos o ódio entre as classes. Destruiremos a sua base moral a família e a espiritualidade. Comerão as migalhas que caírem de nossas mesas. Nossa minoria organizada irá sempre derrotar a maioria desorganizada”. Texto de Vladimir Lênin publicado no Jornal “Hoje em Dia”, de 27 de junho de 2014, pg.03 In https://desafiosdomundo.wordpress.com/2014/06/28/o-discurso-de-vladimir-lenin/
Pode-se, pois, concluir que Nelson Rodrigues sempre esteve corretíssimo sobre o “socialista sincero** e sobre a grande tragédia ou desgraça da democracia: A maior desgraça da democracia, é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade”.
**-Não há ninguém mais bobo que um socialista sincero. Ele não sabe nada. Apenas aceita o que meia dúzia de imbecis lhe dão para dizer”.
Por que não acabam com a aposentadoria especialíssima de presidentes, governadores e parlamentares, que se aposentam com um “tempo” muito aquém, ínfimo e inferior ou reduzidíssimo, bem diverso, distinto e díspar dos demais trabalhadores? Ou impõem-lhes o mesmo tempo dos demais trabalhadores? Ou, por outro lado, não reduzem o contingente de Parlamentares nababos do maior congresso nacional e o mais caro ou perdulário do mundo? – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/reforma-da-previdencia-nada-prudente-e.html
Menos Estado, menos Governo e muito menos Empresas Estatais! Mais civismo, cidadania, cidadãos e cidadãs livres: eleições livres; voluntárias e impressas! Caso contrário, a urgente intervenção constitucional marcial castrense federalizada, e já!
Abr

*JG

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

MANIFESTO ALERTA OU PREMONIÇÕES DE ORÁCULOS ESCARLATES

Joilson Gouveia*

Mãe Diná”, a mais conhecida dentre todas premonitórias visionárias do DEVIR ou PORVIR ou AMANHÃ (ou futuro do presente), ao que se depreende, se infere e se antolha, não mais faz (nem fará) falta aos brasileiros incultos, agnósticos, ignaros, ingênuos e inocentes subliteratos quanto aos desastres desastrosos e catástrofes ou tragédias que aquela famosa vidente prenunciava – enquanto a “coração valentA” os realizava -, eis, pois, que agora temos especiais, específicos, especialistas, especializados sindicatos sindicalizados que preveem e prenunciam, alertam e avisam sobre todos os perigos, males e malefícios do breve futuro, conforme assestado no mais famoso, visto e visitado Blog caetés e tupiniquim, do Peninha, a saber:
A mobilização do Sindicato dos Urbanitários contra privatização da Eletrobras é importante para alertar a população sobre o que pode vir pela frente, caso o governo confirme a venda da empresa à iniciativa privada.
Este é um setor essencial para o desenvolvimento econômico de Alagoas – e do Brasil, como um todo -, além de ter um papel social, em sendo uma empresa pública.
Mas é preciso ir além nesse embate.
O setor elétrico no Brasil é controlado pelo ex-presidente Sarney desde a década de 1980.
Em Alagoas, a Eletrobras já passou pelas mãos do PSDB, do PT, do PMDB e, até recentemente, era comandada pelo senador Renan Calheiros.
Agora, sabe-se, é controlada pelo deputado-ministro Marx Beltrão.
Quando ela foi, de fato, uma empresa pública, atendendo à população em geral e não privilegiando um grupo ou partido político?
Há de se tratar o mal pela raiz.
Entrementes, indagar-se-ia:
a)    Quantas empresas públicas, das existentes no nosso espoliado Brasil, já foram privatizadas e resultaram em desastres desastrosos, catastróficos danos ou descumpriram com seu “papel social”?
b)     Qual a natureza jurídica de empresas públicas “controladas” por vestais paladinos da probidade do jaez dos acima citados?
c)    As “empresas públicas” atendem ao “papel social” da população ou das referidas “impolutas” agremiações político-partidárias?
Inclusive, deverias nos informar ou responder ao próprio questionamento: “Quando ela foi, de fato, uma empresa pública, atendendo à população em geral e não privilegiando um grupo ou partido político?
Enfim, o excerto abaixo talvez responda ou dirima algumas dúvidas “levantadas” ou minimizem às temerosas previsões “anunciadas” pelos eventuais substitutos de “Mãe Diná”; ou não?
Vejamos, pois, a saber:
“Brasília - Desde 1990, 41 empresas estatais foram privatizadas no país, segundo o Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (Dest) do Ministério do Planejamento. Atualmente, a União detém participação direta ou indireta em 120 empresas estatais, englobando as empresas públicas, as sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas, além das demais empresas controladas pela União.
Segundo o Dest, em 1980, o país tinha 213 empresas estatais, e esse número passou para 186 em 1990 e para 103 em 2000. A alteração nesses números envolve, além de privatizações, as incorporações e liquidações de empresas.
A privatização do setor de telecomunicações foi uma das que mais alterou a vida da população brasileira. O sistema Telebras, que envolvia 27 empresas de telefonia fixa e 26 de telefonia celular, foi privatizado em 1998. Em abril deste ano, o governo anunciou a retomada das atividades da Telebras, com o objetivo específico de gerenciar o Plano Nacional de Banda Larga. A estatal, no entanto, deverá ter uma estrutura mais enxuta, com poucos funcionários.
Para o professor da Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas, Arthur Barrionuevo, a privatização do setor ampliou o acesso ao serviço, mas os custos ainda são elevados, principalmente por causa dos impostos e da falta de competição. “Se não existisse imposto, o preço poderia ser a metade, e isso dificulta a universalização”.
No setor de energia, das 63 distribuidoras do país, 45 foram privatizadas, como a Light, do Rio de Janeiro, a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e a Eletropaulo, de São Paulo. Entre as 18 estatais, estão a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), que atende consumidores do Rio Grande do Sul”. (Sic.) - Na íntegra in http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2010/10/pais-tem-120-empresas-estatais-41-foram-privatizadas-nos-ultimos-20-anos
Ademais disso, urge destacar o seguinte, a saber: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/privatizacoes-no-brasil.htm que nos traz uma síntese sobre as principais privatizações. Vejamos! A seguir, um resumo das principais etapas das privatizações ocorridas no Brasil, com base em informações fornecidas pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento):
- Década de 1980: privatização de quase 40 empresas, todas de pequeno porte;
- 1990: Criação do Plano Nacional de Desestatização (PND);
- 1990-1992: venda de 18 empresas atuantes no setor primário da economia, com ênfase no setor siderúrgico. Foi gerada uma receita de 4 bilhões de dólares;
- 1993: Privatização da CSN, Companhia Nacional de Siderurgia;
- 1995: Criação do Conselho Nacional de Desestatização (CND);
- 1996: Arremate de mais 19 empresas, com uma arrecadação de 5,1 bilhões de dólares. Privatização da Light, empresa do setor de eletricidade;
- 1997: Venda da Vale do Rio Doce, privatização de vários bancos estaduais (alguns federalizados antes da venda) e início do processo de privatização do setor de telefonia;
- 1998: Privatização de empresas de energia na região Sul, além de ferrovias e rodovias na região Sudeste;
- 1999: Venda da Damatec (empresa no setor de informática) e do Porto de Salvador, além da CESP (Companhia Elétrica do Estado de São Paulo);
- 2000: Redução nas ações estatais de participação na Petrobras e venda do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), além de inúmeros outros bancos estaduais.
- 2002-2008: Continuação da privatização de bancos e empresas elétricas estaduais. Vendas e concessões para o uso de rodovias”. (Sic.)
Ou o contido sobre as 57 privatizações anunciadas pelo atual governo – o vice ideal preferido por duas vezes consecutivas, escolhido a nove dedos -, a saber:
"O fim da mamata estatal - Evaristo Sá / AFP
Arrivistas acostumados ao bem-bom gritam contra a nova safra de privatizações que coloca dinheiro no Tesouro ao mesmo tempo em que entrega eficiência a quaisquer das empresas colocadas à venda. Que desde logo fique claro: repassar estatais à iniciativa privada não é – como alguns tentam fazer crer – entregar bens públicos que farão falta ao Estado. É, antes de tudo, se desfazer de bens dos políticos, deixando órfãos apenas aqueles velhos conhecidos dependentes de mamatas. A cambada de fisiologistas, seus apaniguados, detentores da máquina para usufruto próprio, funcionários públicos ineficientes que mostram horror a cobranças e gangues partidárias que adoram aparelhar o sistema com sindicalistas que lhe prestam vassalagem e enchem suas burras de dinheiro com o desvio inescrupuloso de recursos estão na linha de frente da chiadeira. Não querem de maneira nenhuma perder o privilégio que viceja no ambiente estatal. Temem o princípio da meritocracia. Assustam-se com o desemprego dos ocupantes de cargos-fantasmas. Há de se convir que, faz muito tempo, várias estatais se transformaram em verdadeiros cabides de funcionários custosos, pouco preparados e improdutivos. Boa parte deles ali alocados por indicação de padrinhos partidários – esses sim os autênticos CEOs das companhias. Vamos ser realistas: são majoritariamente os políticos que não gostam de privatizações. E a razão é simples: por que afinal eles irão brigar lá na frente quando não mais existir esses sugadores de verbas para seus esquemas? A Eletrobrás será vendida pouco depois de quase ser destruída pela desastrosa administração da ex-presidente Dilma que, em um rompante de devaneio, decidiu baixar na marra as tarifas de energia como medida populista para ganhar as eleições. Irresponsável ao extremo, ela foi depois destituída do cargo antes mesmo de dar fim a essa joia da coroa. Desde épocas imemoriáveis siglas de aluguel e ONGs que atuam movidas por intento corporativista levantam resistência à desestatização. Ocorreu assim também, por exemplo, quando a telefonia foi privatizada. A mesma ladainha de grupelhos alertando para “o perigo de se perder o controle sobre uma área estratégica” entrou em voga. Vale lembrar: na ocasião telefone era coisa de rico. Quase ninguém possuía. Pagava-se linha em dólar. O “bem” era declarado no Imposto de Renda. Menos de 20 milhões de brasileiros detinham a prerrogativa de possuir um aparelho em casa. A maioria dependia de “orelhões” – para quem não está familiarizado com a expressão, tratava-se dos telefones públicos instalados nas ruas, funcionando à base de ficha. De lá para cá, cada brasileiro passou a ter ao menos um celular. São mais de 300 milhões de linhas disponíveis atualmente. O case de sucesso deveria inspirar os demais setores. Não importa apenas o total do valor pago por uma estatal posta à venda. O benefício disseminado é o que conta. Logo a seguir ao anúncio da privatização a Eletrobrás experimentou uma valorização de seus ativos da ordem de R$ 10 bilhões, ou cerca de um terço a mais de sua cotação anterior. Para o mercado, privatização é palavra que soa muito bem. Pitoresco foi ter de assistir Dilma Rousseff pontificando nas redes sociais sobre o risco de “se abrir mão da segurança energética”. Logo ela, que fez o diabo na área e deixou por um fio a sobrevivência da atividade, quase rompendo com a tal “segurança energética”. Dilma hoje pode ser encarada como uma espécie de garota-propaganda às avessas. Deve-se fazer o contrário do que a mandatária deposta aconselha. Se ela considera condenável o programa de concessão de ativos da União é porque a saída está correta. Nesse caminho, o Governo Temer decidiu ampliar o projeto para além da Eletrobrás. Entraram na lista aeroportos, portos e até a Casa da Moeda. Quem sabe, ao fim e ao cabo, a era das mamatas estatais ficará para trás, esquecida como um pesadelo que passou". In https://istoe.com.br/o-fim-da-mamata-estatal/
Já havíamos dito, editado, repetido e replicado a “tesoura-escarlate ainda corta”!
Abr
*JG

BREVE RESPOSTA AO CRITICASTRO VESÂNICO ESCARLATE

Joilson Gouveia*

Abaixo transcrito temos uma breve resposta ao comentário de um leitor do Blog do Peninha, a saber:
"Sigmund Freud disse tudo ao assestar: "quem disso trata; disso cuida"!
Ao ensejo, insto ao CUlto criticastro de vesânicas diatribes a assistir ao seguinte vídeo, a saber: https://www.youtube.com/watch?v=sdXq1gQNw-o
Ou, caso não disponha de meios para assistir, ver e ouvir ao vídeo indicado, possas ler aqui ao seu inteiro teor, a saber:
"Época da ditadura: Hoje só podemos falar mal do presidente. Que merda!!!
Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar”.
Carlos Drumond de Andrade – boca zíper
O que se segue não é da autoria de Carlos Drumond de Andrade. É de um poeta louco, escritor, ou leitor anônimo do blogue. Mas, muito bom. Divirta-se como eu que dei boas gargalhadas.
Título: Época da ditadura ….
Na época da ‘chamada’ ditadura…
Podíamos namorar dentro do carro até a meia-noite sem perigo de sermos mortos por bandidos e traficantes.
Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais.
Mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista,
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.
Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio sexual”,
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso,
Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar “alcoolizado”,
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental,
Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados,
Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Hoje a única coisa que podemos fazer…
…é falar mal do presidente!
Espero que lhe sirva de reflexão ou mesmo lição!
Abr

*JG

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

A ANOMIA OU A ENTROPIA DEIXA “TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES”

Joilson Gouveia*

Instando aos leitores de seu renomado Blog visitarem ao nosso modesto blog, onde já dissemos que não vivemos numa democracia – aquele tal “governo do povo, pelo povo, para o povo e com o povo”, o qual seria o originário, soberano, essencial, fundamental e genuíno FATOR REAL de Poder: “todo poder emana do povo” que será exercido por seus “representantes” legais (dos mesmos) ou “diretamente” – num belo artifício literário ardiloso, enganoso e enganador insculpido na “Carta Cidadã” – onde o cidadão, o sujeito, a pessoa, o indivíduo, gente ou simples e comum ser humano sequer é levado em consideração se não estiver filiado e registrado numa agremiação dos “35 partidos existentes, todos de mais cinquenta tons escarlates”, a saber:
·     3. “A democracia é a estrada para o socialismo” – Karl Marx. Ademais disso, para dar aparente aparência de legitimidade, legalidade, representatividade, organicidade estruturada, funcionalidade e institucionalidade de uma “alternância democrática de Poder”, que é própria da democracia: “A Constituição de 1988 estabelece em seu Art. 1º, Parágrafo Único: “Todo o poder emana do povo, que exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta constituição”; daí as eleições temporárias nas “seguras, invioláveis e invulneráveisurnas digitais eletrônicas, inclusive “criaram35 “partidos”: todos de verves vesânicos, bandeiras, matizes, programas, projetos, planos estribados em ideologias, ideais e ideias progressistas escarlates esquerdistas e à Esquerda, todos séquitos, sequazes e integrantes da mesma súcia matula de canalhas, os mesmos que haviam sido presos e “perseguidos políticos” no regime democrático constitucional castrense anterior, quando tivemos 21 anos de desenvolvimento, segurança, paz e, acima de tudo: Ordem e Progresso. Eis a verdade!
·         Com efeito, teríamos a tríade de permanente mantença do status quo: “democracia, eleições e partidos”, que não representam senão aos ditos 35 partidos, que somente existem para autopreservação dessa argirocracia política e para defesa específica, privada, pessoal, particular, única e exclusiva de seus mais escabrosos, inescrupulosos (e até criminosos), sórdidos, insidiosos e comezinhos interesses: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/09/inalteradas-mudancas-para-manter-o.html; Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/10/uma-nacao-de-mais-de-210-milhoes-de.html
Temos visto a toda evidência, obviedade manifesta, clara e ostensiva que esses “partidos”, na prática e realidade, são verdadeiras organizações criminosas - ORCRIM’s – sustentadas, mantidas e custeadas pelo Erário, que o governo os destina pelo Fundo Partidário monumental, gigantesco e estratosférico, para a defesa de seus mais comezinhos interesses umbilicais, os quais são “comprados” por conglomerados de empreiteiras e empresários custeados pelas “obras de governo”, como desnudado pela Operação Lava-Jato. É fato inconteste! – Ver mais aqui, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/05/os-fundos-sem-fundos-dos-fundos.html
Tais agremiações e ditos “partidos” deveriam ser custeados, sustentados e mantidos pelos seus filiados e associados, mormente por suas generosas contribuições societárias e ideológicas; jamais por recursos, verbas e dinheiros do Erário!
Democracia que obriga o cidadão a votar nesses “partidos” e sequer permite que o cidadão se inscreva, individual, pessoal e voluntariamente, para votar e, sobretudo, ser votado, não é democracia; claro! Ter o “direito de escolher” e não dispor do mesmo direito ou mecanismos, chances, meios, maneiras e modos de ser escolhido é tolher, cercear e alijar o cidadão do seu FATOR REAL DE PODER; ou não?
Daí termos dito, editado, repetido, reiterado e replicado: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/10/uma-nacao-de-mais-de-210-milhoes-de.html; somos todos cidadãos e cidadãs reféns, subjugados, submetidos e dominados de uma ínfima minoria organizada a serviço do crime organizado, desde o “foro de São Paulo/1990”, sob o pretexto de que seríamos um “verdadeiro” Estado Democrático, Humanitário e de Direito e de que os Poderes, Instituições e Órgãos republicanos estariam em “pleno funcionamento” ou se “prestando aos seus fins” – nada mais falso, enganoso, ardiloso, dissimulado, escamoteado e enganador – haja vista de que inexiste ISONOMIA só há ANOMIA nessa ENTROPIA de uma nababesca minoria de ARGIROCRATAS ESCARLATES, incrustadas nos Três Poderes até os terceiros-escalões de cada qual, sustentados por apenas 29,3 milhões de cidadãos e de cidadãs brasileiros pagadores de impostos cinicamente “apelidados de contribuintes”; ou não?
Enquetes, pesquisas e consultas midiáticas demonstram que mais de 85% da Sociedade, População e Povo anelam, apelam e exigem a defenestração desses apaniguados e apelam para uma imprescindível, imediata, urgente e urgentíssima INTERVENÇÃO MARCIAL CASTRENSE CONSTITUCIONAL, ainda que provisória, esporádica, temporária e suficientemente necessária para apuração, julgamento, condenação, cassação e expropriação de todos os bens amealhados por esses corruPTos e corruPTores, além da incontinenti e imediata repatriação das divisas e riquezas evadidas, “desviadas e doadas” pelos “governantes escarlates”, para eleições gerais ao cabo, termo e fim do Tribunal de uma transparente, ostensiva, pública, necessária, devida e justa Corte Marcial, mas com votos impressos concretos, contábeis, computáveis, auditáveis e aferíveis, e já!
Fora disso, nada mudará e permanecerá “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”!
Abr
*JG

P.S.: reitere-se: “democracia e estado democrático, humanitário e de direito ou funcionamento de seus Poderes, Instituições e Órgãos republicanos” não devem servir de pretexto ou valhacouto à instaurada entropia dessa argirocracia escarlate; salvo capitulação de nossas forças armadas que olvidam, desdenham e menoscabam aos reclamos, apelos, pleitos e rogos de mais de 85% de seu “poderoso povo brasileiro”! Ou não?






terça-feira, 17 de outubro de 2017

POR QUE NÃO PODEMOS TER CANDIDATOS À DIREITA E DE DIREITA?

Joilson Gouveia*

Tal e qual o “canto da perua” (que é de “pior-a-pior” e de um pio só, como dito aqui e alhures nos rincões nordestinos) ou o canto de curió, que é um só (invariável tanto quanto ao do canário-da-terra) que nunca muda à semelhança da CAUSA de esquizofrênicos “entelequituais” pensadores-críticos e uma gama de imensa maioria de “agentes-de-transformação-social” à esquerda e de Esquerda que integravam à outrora “imprensa-livre” da mídia remunerada e composta de inumeráveis esquizóides ou esquerdóides assumidos e típicos esquerdistas tanto quanto os ditos (mas sempre negados ou nunca assumidos) socialistas/comunistas/stalinistas/leninistas/trotskistas/gramscistas/fabianistas et caterva escarlate, que jamais se assumem como tais, mas sempre usam da surrada retórica falaz, mendaz e loquaz dissimulada, esfarrapada, fracassada, ultrapassada de cantilenas, litanias, latomias e ladainhas enfadonhas em “defesa da democracia, estado de direito, direitos dos trabalhadores, pobres, fracos e oprimidos” visando a uma anelada “futura sociedade igualitária, fraterna e mais justa” à semelhança de “progressistas democracias” tanto quanto cubana, venezuelana, boliviana et caterva escarlate africanas, iraniana, coreana do norte etecetera – “a democracia é a estrada para o socialismo”, segundo Karl Marx – ver na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/09/limpas-sao-as-maos-socialistascomunistas.html - eis, pois, que teimam, insistem, recalcitram renitentemente e  jamais desistem de noticiar e abrir espaços para desprezíveis e desprezados “condenados, réus e investigados ou processados e denunciados” em detrimento de supostos, possíveis e eventuais adversários – leia-se: inimigos do Establishment de mais de cinquenta tons escarlates. Senão vejamos, a saber:
1.     Já não é de hoje que se sabe que a aposta dos lulistas, mais até do que dos petistas de todas as correntes, é uma eventual disputa, em 2018, entre Lula e Bolsonaro.
2.     É verdade que o representante mais cristalino da direita tem se encorpado junto a um eleitorado que já existia, mas que só agora resolveu se mostrar publicamente e sem constrangimento – e é um eleitorado significativo.
3.     A lembrar: nenhum partido brasileiro nunca se definiu como “de direita” – todos os que estavam nesta seara se apresentavam como “de centro”, o que pode estar mudando, agora.
4.     Sinceramente, acho saudável para a sociedade que as correntes de pensamentos se mostrem com clareza, sem subterfúgios ou adornos. Concordar com elas ou não, aí é outra história.
5.     O momento é difícil, pelo descrédito generalizado com os partidos e os políticos. Mas é lembrar que o próprio Bolsonaro é um político profissional de longas datas, fazendo o mesmo discurso – sempre. Cumpre o seu sexto mandato de deputado federal.
6.     Combater as suas ideias ou pregações é uma missão de todos os que discordam dele e propõem um modelo de sociedade voltado para um futuro mais civilizado, de tolerância, de aceitação das diferenças – de toda ordem.
7.     O que vai ficando evidente é que o deputado federal, pré-candidato a presidente da República, é o melhor adversário para Lula e para os lulistas, na visão deles.
8.     Quando o senador Renan Calheiros, que luta desesperadamente pela sua reeleição, afirma que se o petista não for candidato vai “abrir espaço para Bolsonaro”, ele deixa clara a opção pelo adversário – que tem uma identidade política conhecida.
9.     Esta também é a opção do núcleo ligado a Lula e do próprio.
10.   Há, no mesmo campo do ex-presidente, nomes de qualidade para a disputa presidencial: Fernando Haddad, Marina Silva e Ciro Gomes. Com ele, estes, sim, estão fora da disputa presidencial. Lula é grande demais e fecha a porta para outros potenciais candidatos.
11.   (O centro tem Dória, Alckmin e Álvaro Dias, citando os mais conhecidos.)
12.   Uma pergunta que surge quando Calheiros faz a sua afirmação é: Bolsonaro se tornará o herdeiro dos votos lulistas com a ausência do petista na disputa?
13.   Há de se imaginar que a campanha Lula x Bolsonaro pode se tornar uma operação de risco para os que a defendem.
14.   E a história traz vários exemplos em todo o mundo com as consequências já conhecidas”. (Sic.) – em destaques no original in http://blog.tnh1.com.br/ricardomota/2017/10/16/renan-repete-lula-e-escolhe-bolsonaro-como-adversario-de-2018/

O “representante mais cristalino da direita” (?) Há mesmo direita e à Direita, neste País?
Será mesmo que “já existia esse eleitorado” – e que, como tal, jamais deveria “se mostrar publicamente e sem constrangimento” (?) 
Deveríamos ser dissimulados, escamoteados, ocultos e fingidos tanto quanto os de esquerda e à Esquerda ou até nem mesmo existir; como anela a hegemonia política gramscista?
Indiquem-nos que ou qual político não seja “profissional” e de carteirinha?
Insto, pois, que nos informes: onde, como e quando tivemos “modelo de sociedade voltado para um futuro mais civilizado, de tolerância, de aceitação das diferenças” (Sic.), desde a eclosão do Socialismo/Comunismo, no mundo?
Insto-lhe muito mais ainda: apontes-nos qual ou quais, dos 35 partidos existentes, o que seja de direita e à Direita ou do alegado “centro”?
Enfim, não sejamos ignaros, agnósticos, lerdos, ingênuos, parvos e néscios tanto e quanto ou como os tais “socialistas sinceros”, segundo Nelson Rodrigues, que olvidam, fingem ou negam saber que “os de esquerda e à Esquerda ascenderam” – e ainda estão, na verdade – no Poder desde a “debacle redemocratização” e, como BEM demonstrado a basto, na prática, comprovada, clara, cabal e à toda evidência senão toda incompetência mas, sobretudo, a debacle, fracassada e desastrosa, equivocada, enganosa, ardilosa e mentirosa senão gravosa, danosa e errada teoria marxista criminosa de esquerdistas à esquerda e de Esquerda, cujas ideias, ideais e ideologias jamais deram certo em nenhum lugar deste planeta terra. Ou não?
Já dissemos, repetimos, reiteramos e replicamos: “É bom já ir se acostumando” (ver na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/09/e-bom-ja-ir-se-acostumando-mormente.html) até porque o “asceta de prístinas virtudes”, que se autodenomina “alma mais ONESTA” do planeta, deverá estar atrás das grades, no xilindró e nas masmorras, como desejam os mais de 200 milhões de brasileiros, que anelam, apelam, instam, requerem e exigem a imprescindível, imediata, urgente e urgentíssima INTERVENÇÃO MARCIAL CASTRENSE FEDERALIZADA (conformes enquetes abaixo citadas) ou anelam o candidato à candidato “conservador de direita e à Direita”: Jair Bolsonaro, o “messias”; para devolver o Brasil aos brasileiros e às brasileiras decentes, honestos, honrados, dignos trabalhadores e aos patriotas, pacatos e pacíficos cidadãos e cidadãs de bem deste País, mormente se as eleições forem impressas em três vias.
Caso contrário dar-se-á o mesmo resultado da Venezuela, principalmente se houver “eleições nas seguras, invioláveis e invulneráveis urnas eletrônicas digitais, da Smartmatic venezuelana, de George Soros”, como sói acontecido desde o ocultado, dissimulado, omitido e sonegado “foro de São Paulo”; quando ter-se-á o déjà vu de 2014: o mais vil, insidioso, inescrupuloso e criminoso ESTELIONATO ELEITORAL; nunca antes visto na “istóra dessepaiz”. Ou não?
Abr
*JG